Quando os anjos falam de amor
FILME + CONVERSAHenrique Furtado Vieira, Catarina Vieira, Leonor Mendes, Sérgio Diogo Matias e Maria João Guardão
31.05, 18 – 20h
Casas de habitantes de Lisboa
Quando os Anjos Falam de Amor (documentário, 2025) acompanha a performance-ritual homónima através da presença da realizadora Maria João Guardão em cinco casas, nas zonas da Moita/Barreiro e de Vila do Conde/Porto. Entre encontros íntimos, gestos performativos e histórias partilhadas, o filme observa como a performance vai abrindo espaços de escuta, cuidado e imaginação coletiva no seio da vida doméstica. O documentário propõe um olhar sensível sobre a intimidade como território político e afetivo, onde luto, memória e desejo se cruzam na procura de outras formas possíveis de amar e de fazer comunidade.
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Henrique Furtado Vieira é bailarino, performer e coreógrafo radicado em Lisboa. Formado inicialmente em Engenharia, desenvolveu a sua formação artística em França (INSA Lyon, CDC Toulouse, Royaumont). A sua prática cruza dança, palavra e performance, explorando espaços de imaginação e relação. Colaborou com artistas como Tino Sehgal, Vera Mantero e Aurélien Richard. Desenvolve também trabalho pedagógico, incluindo projetos de educação emocional com crianças e jovens.
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Henrique Furtado Vieira é bailarino, performer e coreógrafo radicado em Lisboa. Formado inicialmente em Engenharia, desenvolveu a sua formação artística em França (INSA Lyon, CDC Toulouse, Royaumont). A sua prática cruza dança, palavra e performance, explorando espaços de imaginação e relação. Colaborou com artistas como Tino Sehgal, Vera Mantero e Aurélien Richard. Desenvolve também trabalho pedagógico, incluindo projetos de educação emocional com crianças e jovens.
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Leonor Mendes é bailarina e mestre em Performance Studies pela Universidade de Nova Iorque (2023). Foi intérprete em projetos de Joan Jonas, João Fiadeiro, Sofia Dias e Vítor Roriz, Gustavo Ciriaco, Márcia Lança e Henrique Furtado Vieira. As suas criações foram apresentadas em Portugal, Brasil e Estados Unidos. Fez parte do departamento de programação no centro de investigação Movement Research, e cocoordenou a
temporada de performances na Judson Church Theatre, em NYC (2024) com Martita Abril.
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Sérgio Diogo Matias começou nas artes plásticas antes de se dedicar à dança. Formou-se em Interpretação e Criação na Escola Superior de Dança (2008–2010) e aprofundou a formação no Fórum Dança, integrando o PEPCC em 2013/2014 e o PACAP em 2024, com direção artística de Miguel Pereira e Nuno Lucas. Trabalhou como intérprete com Miguel Pereira, Vânia Rovisco, Henrique Furtado e outros artistas, e entre as suas criações e colaborações destacam-se Insólido (2014), GEMINIS (2019) e LOOP (2019).
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Maria João Guardão é realizadora e jornalista. A sua primeira longa-metragem, Nada Pode Ficar (2021), estreou no festival DocLisboa e recebeu o prémio Best First Time Feature Filmmaker no Berlin Art Film Festival, em 2022.
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Magda Henriques está responsável, com Alastair Luke, pela direção artística de Carreiros para Futuros Ancestrais. O seu percurso profissional faz-se entre a educação, a mediação e a programação cultural, em espaços tão variados como: escolas, museus, teatros e associações culturais.
Registo Documental
Maria João Guardão
Direção artística, cocriação e performance
Henrique Furtado Vieira
Performance e cocriação
Catarina Vieira, Leonor Mendes e Sérgio Diogo Matias
Coordenação de projeto
Daniela Ribeiro / O Rumo do Fumo
Produção executiva e comunicação
Carlota Borges Lloret / O Rumo do Fumo
Apoio financeiro
GDA, O Rumo do Fumo
O Rumo do Fumo é uma estrutura financiada por República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

