O direito do mais fraco à liberdade
TEATROSilly Season
Pequeno Auditório
do Centro Cultural de Belém
6, 19h
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Estamos em 1974 e Rainer Werner Fassbinder prepara-se para realizar mais um dos seus filmes. Provocador e enigmático como sempre, misturando e confundindo todas as funções dentro desse objeto artístico - atores que são encenadores, que são argumentistas, que são produtores e segundos assistentes de realização, etc. - numa produção que rejeite a construção paternalista e hierárquica de uma sociedade. O coletivo SillySeason, enquanto “turbo” de ensaio, celebra assim os 50 anos, não de um regime, mas de mais um dos históricos gritos pelo direito fundamental ao amor.
Direção e criação
SillySeason
(Cátia Tomé, Ivo Saraiva e Silva e Ricardo Teixeira)
Interpretação
Cátia Tomé, Duarte Melo, Ivo Saraiva e Silva, Rafael Carvalho, Ricardo Teixeira, Soraia Chaves
Vídeo
Ricardo Branco
Operadores de câmara
Ricardo Dias, Ricardo Machado
Iluminação
Tiago Coelho
Música
Ricardo Remédio
Fotografia
Alípio Padilha
Design gráfico
Rui Miguel Rodrigues
Produção
Inês Pinto
Coprodução
A Oficina/Centro Cultural Vila Flor, RTP - Rádio e Televisão de Portugal, Teatro Diogo Bernardes, Teatro das Figuras
Coprodução em residência
O Espaço do Tempo
Apoios
Algures no Planisfério, Formiga Atómica, Humana Portugal, Projecto Ruínas, Cão Solteiro. Residências 120, CoffeePaste, Pólo Cultural das Gaivotas, Balleteatro
O coletivo SillySeason é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Agradecimentos
António Câmara Manuel, António Faria, António Rodrigues, Cláudia Mendes, Daniel Gorjão, Fernando Luís Sampaio, José Cruz, Maria José Sampaio, Paula Braga, Rodrigo Teixeira, Rosa Faria
Agradecimento especial às nossas famílias
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SillySeason é um coletivo de artistas (Cátia Tomé, Ivo Saraiva e Silva e Ricardo Teixeira) que, desde 2012, se permite a pensar o teatro e as artes performativas, numa busca constante por novos modelos de criação. Têm contribuído para a produção e aprofundamento de novas dramaturgias, numa constante reflexão sobre o que é teatro, ou o que poderá ser. Promovem a construção de objetos que desafiem as suas próprias lógicas habituais a par de uma estrutura que especule o espectáculo multifacetado.

