Through the chiral veil
PERFORMANCE / INSTALAÇÃONemorea / Filipe Baptista e Sara Abrantes
Sala Valentim de Barros
Jardins do Bombarda
30 e 31
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Through the Chiral Veil é uma instalação interativa onde o público atravessa diferentes paisagens que emergem como projeções emocionais dos artistas envolvidos. Ao habitá-las, os visitantes comungam com a presença de outros corpos, ora inscritos na memória digital latente do espaço, ora manifestos na presença física de quem se encontra na sala.
Através de uma instalação escultórica interativa e de uma componente de Realidade Virtual, a obra articula duas realidades paralelas, física e virtual, desafiando as suas fronteiras e explorando a interação como linguagem de inscrição de gestos, presenças e rastos.
As ações realizadas num dos planos manifestam-se no outro, estabelecendo uma comunicação em tempo real entre corpos físicos e digitais. A obra propõe uma travessia individual e livre onde corpo e paisagem se fundem numa entidade única, num processo contínuo de transformação.
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Nemorea é um estúdio recentemente fundado por Filipe Baptista e Sara Abrantes, que tem como foco produzir e publicar projetos transmedia no formato de videojogos, software, filmes e publicações sonoras, expandindo-se também para manifestações físicas no formato de performances e instalações de arte. A missão é criar pontes entre artistas e criativos da indústria dos videojogos e da arte digital interativa com os das artes performativas, cruzando diferentes linguagens e práticas artísticas.
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Filipe Baptista, natural de Lisboa, é um artista que transita entre arte interativa, música, videojogos, performance e instalação. O seu trabalho explora o corpo como sinal e o espaço como interface, criando experiências audiovisuais imersivas que o público habita em forma de performance-instalação, videojogo ou música. Paralelamente ao seu trabalho como artista independente, colabora como game designer num estúdio que cruza realidade virtual com ciências cognitivas.
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Sara Abrantes é uma designer visual sediada em Lisboa. Opera em diferentes domínios artísticos, principalmente nas esferas da imagem e do som. Integrou o coletivo ARVI, uma plataforma de arte multidisciplinar queer-run, onde foi curadora e responsável pela comunicação dos eventos que marcaram o underground da música eletrónica das cidades de Lisboa e Porto. Faz parte da equipa criativa de um estúdio de videojogos, onde colabora no desenvolvimento visual de propriedades intelectuais.
Direção artística
Filipe Baptista e Sara Abrantes
Música, desenho de som, desenho de ambientes visuais e cocriação
Aires, Afonso Arrepia Ferreira, Filipe Baptista, Sara Abrantes
Construção cenográfica, arquitectura digital, desenho de luz e cocriação
Gonçalo Alegria
Desenho cenográfico
Filipe Baptista e Sara Abrantes
Programação criativa e cocriação
Isaque Sanches
Desenho de interação, programação e visuais 3D
Filipe Baptista
Design gráfico
Sara Abrantes
Direção de Produção
Mariana Sá Marques
Escultura
Softrock
Coprodução em Residência
O Espaço do Tempo
Apoio à Residência Artística
Companhia Olga Roriz, Cão Solteiro. Residências 120
Apoios
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, Terceira Pessoa, Coletivo Casa Amarela, Virtuleap

